Botucatu fica entre as 30 melhores cidades para se envelhecer no Brasil

by thiagomelego 6 de novembro de 2020 at 6:13 PM
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Pesquisa do Instituto de Longevidade Mongeral Aegon apontou que Botucatu é a 27ª melhor cidade para se envelhecer em todo o Brasil. Os resultados estão na a segunda edição do Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL), que tem como objetivo avaliar o preparo de 876 municípios brasileiros para ofertar serviços públicos e infraestrutura às pessoas da melhor idade.

Botucatu obteve nota  68,1 sendo classificada como a 33ª para a faixa etária compreendida de 60 a 75 anos e a 41ª para pessoas acima de 75 anos, entre as 300 cidades com maior população no Brasil. Segundo projeções do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o município conta com população estimada de 148.130 habitantes, sendo que desse total, 13.400 botucatuenses passaram dos 60 anos.

Foram analisadas seis grandes áreas (Cuidados de Saúde, Habitação, Bem Estar, Finanças, Habitação e Trabalho, e Cultura e Engajamento). Ao todo, todos os segmentos somam mais de cinquenta indicadores que avaliam assistência a serviços públicos e privados, acessibilidade, índices de violência, oferta de entretenimento, políticas públicas, espaços adaptados, entre outros. As notas variavam de 0 a 100.

A nota média obtida por Botucatu foi de 68,1 pontos, sendo que o melhor desempenho ocorreu em Saúde (87,3), seguido por Educação e Trabalho (78,3), Cultura e Engajamento (67,4) e Habitação (60,3). Os piores indicadores foram encontrados em Finanças (37,9) e Bem-Estar (34,4).

Além de Botucatu, outras cidades da região como Bauru (18ª), Marília (23ª), Jaú (30ª), Avaré (39ª), Sorocaba (50ª), Piracicaba (56ª), Itu (81ª) e Ourinhos (96ª), também estão no Índice de Desenvolvimento Urbano para a Longevidade (IDL).

Para a obtenção dos resultados, foram obtidas informações junto a órgãos oficiais como o próprio IBGE e diversos institutos de pesquisas e entidades como Agência Nacional de Saúde (ANS), Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Ministério das Comunicações, Ministério da Saúde, Ministério da Educação, Ministério da Fazenda, Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), Tesouro Nacional; em instituições acreditadas como Fundação Getulio Vargas (FGV), Pnud; e demais organizações do meio privado, como Serviço Nacional do Comércio, e Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT).

Por Flávio Fogueral