Um casal ficou ferido e relatou medo de voltar para casa após uma mulher invadir um imóvel, quebrar janelas e causar danos com um martelo, na madrugada de sábado (20), no Jardim Itamarati, em Botucatu. As vítimas — um homem de 22 anos e uma adolescente de 17 — disseram à polícia que não conheciam a autora. Mas o que teria motivado o ataque?
Vítimas relataram que autora teria confundido o filho do casal com o próprio filho, de quem perdeu a guarda há dois meses
BOTUCATU — Um casal ficou ferido e relatou medo de voltar para casa após uma mulher invadir um imóvel, quebrar janelas e causar danos com um martelo, na madrugada de sábado (20), no Jardim Itamarati, em Botucatu.
O caso foi registrado pela Polícia Civil como violação de domicílio, dano, ameaça, injúria e lesão corporal. As vítimas são um homem de 22 anos e uma adolescente de 17 anos.
De acordo com o registro policial, o casal informou que estava no interior da residência quando ouviu ruídos. Ao verificar, constatou que uma vizinha havia entrado no local após arrombar o portão principal.
A mulher derrubou uma motocicleta, atingiu o tanque do veículo com uma martelada e quebrou o retrovisor. Em seguida, foi até a porta da residência e passou a gritar. Munida de um martelo, quebrou a porta e as janelas da casa. Os golpes só cessaram após a ferramenta quebrar. Durante a ação, ela também teria feito ameaças contra as vítimas e contra o próprio filho, uma criança de 4 anos.
À reportagem, a vítima mulher relatou que o casal não conhecia a autora. Segundo ela, a mulher teria confundido o filho do casal com o próprio filho e acreditado que a criança estaria na residência. A autora teria perdido a guarda do filho cerca de dois meses antes, após um episódio de agressão contra a criança.
O homem sofreu lesões na mão e no antebraço ao tentar retirar a autora da residência. A adolescente também ficou ferida em razão dos vidros que caíram das janelas quebradas.
O casal afirmou estar extremamente temeroso e pediu providências legais, manifestando interesse em representar criminalmente contra a autora. As vítimas relataram receio de retornar ao imóvel por medo de novos atos de violência.
O caso foi encaminhado para apreciação da autoridade policial.
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