A Polícia Civil de Garça apura uma denúncia de omissão de socorro contra uma escola estadual após um aluno de 13 anos fraturar o dedo. O pai registrou boletim de ocorrência afirmando que a unidade não acionou o resgate imediato, priorizando apenas avisar a família sobre o acidente.
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Estudante teve dedos prensados em porta e aguardou chegada da família para atendimento
A Polícia Civil investiga as circunstâncias de um acidente ocorrido na Escola Estadual Hatsue Toyota, em Garça, no último dia 6 de maio. Um estudante de 13 anos teve a mão esquerda prensada em uma porta durante uma brincadeira, o que resultou na fratura de um dos dedos. O caso foi registrado como lesão corporal e apura se houve falha no protocolo de atendimento da unidade.
De acordo com o boletim de ocorrência, o pai do adolescente foi informado sobre o ocorrido via mensagem de aplicativo, sendo solicitado que buscasse o filho. Ao chegar na escola, o homem relatou ter encontrado o jovem com sangramento e questionou por que o socorro médico não havia sido acionado. A resposta recebida foi que a prioridade da escola foi contatar os responsáveis. Uma funcionária da unidade afirmou à Polícia Militar que aplicou gelo no local para aliviar a dor antes da chegada da família.
O vereador Adhemar Kemp Marcondes de Moura Filho apresentou um requerimento na Câmara de Garça cobrando explicações da Secretaria Estadual da Educação e da Unidade Regional de Ensino (URE) de Marília. O documento aponta que o menor teria ficado cerca de uma hora sem atendimento médico especializado, mesmo com uma unidade de saúde localizada em frente à escola. Em nota, a URE de Marília afirmou que a gestão escolar prestou acolhimento imediato e que as medidas disciplinares contra os alunos envolvidos na brincadeira foram registradas no aplicativo Conviva-SP.
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