A profissional responsável por entregar a medicação controlada errada para uma criança de 9 anos foi retirada do setor de dispensação. Uma apuração extraoficial do Área 14, baseada em dados extraoficiais, aponta que servidora é experiente e nunca havia registrado problemas. Contudo, na área da saúde, um único deslize pode ser fatal.
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Profissional é afastada até que apurações administrativas sejam concluídas
Segundo apurado extraoficialmente pelo Área 14, a responsável pelo erro foi retirada da função de entrega de medicamentos enquanto o caso é analisado.
A medida atende, na prática, ao clamor por segurança levantado pela mãe da criança, que cobrava garantias de que a falha não se repetiria com outras famílias. No entanto, os bastidores do episódio, mostram uma situação mais complexa do que aparenta.
Histórico limpo e o peso de um erro
De acordo com o levantamento do Área 14 junto a fontes extraoficiais, a servidora envolvida não é uma novata ou leiga no assunto. Trata-se de uma farmacêutica concursada, com pelo menos 10 anos de atuação na Prefeitura de São Manuel. As informações indicam que ela é uma funcionária antiga e que, até este trágico episódio, possuía um histórico profissional impecável, sem qualquer registro de problemas ou advertências anteriores.
O fato de o erro ter sido cometido por uma profissional experiente e qualificada indica que este foi um caso isolado em sua carreira. Contudo, na área da saúde, um único deslize pode ser fatal. A criança, que tem diagnóstico de TDAH e ansiedade, chegou a apresentar dores no coração, sonolência excessiva e alterações de comportamento devido à ingestão do remédio errado.
Com a confirmação trazida pelo Área 14 de que a profissional é experiente e qualificada, o caso ganha uma nova camada de importância: além da responsabilidade individual, como evitar que novos episódios se repitam?


