Mulher de 31 anos foi detida em flagrante após ser resgatada com ferimentos. Bebê de apenas um mês segue desaparecido nas águas.
#ÁguasDeSantaBárbara #RioPardo #Polícia #Crime #Infanticídio #Buscas
Tentativa de duplo fim
Uma mulher de 31 anos foi presa em flagrante nesta terça-feira (17), em Águas de Santa Bárbara, suspeita de tentar matar a própria filha, uma recém-nascida de apenas um mês, e atentar contra a própria vida nas águas do Rio Pardo.
A Polícia Militar foi acionada para atender a ocorrência na região central da cidade. No local, apuraram que mãe e filha haviam desaparecido no rio. Após buscas intensas com apoio do Corpo de Bombeiros, a mulher foi encontrada com vida, apresentando ferimentos, perto de uma ponte na divisa com o município de Óleo.
Prisão e buscas angustiantes
A mãe foi socorrida ao Pronto-Socorro de Avaré e, em seguida, autuada em flagrante. A Secretaria de Segurança Pública (SSP) confirmou que, até o final da tarde desta quarta-feira (18), o bebê ainda não havia sido localizado.
As equipes de resgate continuam as buscas no rio. O caso foi registrado na Delegacia Seccional de Avaré. Dependendo do desfecho das buscas, a mulher poderá responder por homicídio ou infanticídio.
Entendi perfeitamente o seu pedido para adicionar o depoimento à matéria sobre o caso no Rio Pardo. Vou integrar essas informações com cuidado, mantendo a essência do texto original e o tom do depoimento.
Relato aponta para surto pós-parto
Pessoas próximas à mulher divulgaram um depoimento pedindo empatia e relatando um possível quadro de saúde mental grave: “A Amanda sempre foi uma ótima pessoa, atenciosa, educada, de uma delicadeza ímpar. Quem realmente conhece ela sabe do coração que ela tem. Poucos falam também das situações extremamente difíceis que ela já enfrentou na vida, traumas familiares profundos que marcaram sua história. São dores que ninguém carrega sem consequências emocionais. A Mel foi muito desejada, muito amada. Isso nunca esteve em dúvida”.
O relato destaca a necessidade de cuidado médico para a mãe: “Quem convive com a Amanda sabe que o que aconteceu não define quem ela é. Tudo indica um surto agravado no pós-parto, um momento de extrema fragilidade emocional que precisa de tratamento, acompanhamento e cuidado — não apenas julgamento”.


