Ideraldo Ortigosa, 61 anos, que foi vereador por quatro mandatos em Igaraçu do Tietê, foi brutalmente assassinado em Minas Gerais. Atuando como motorista de aplicativo, ele foi atraído para uma emboscada planejada por uma facção criminosa. O crime causou grande comoção e a polícia já deteve oito suspeitos.
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Crime foi planejado por facção e usou perfil falso para atrair a vítima
A Câmara Municipal de Igaraçu do Tietê confirmou, na última segunda-feira (1º), o homicídio que vitimou Ideraldo Ortigosa, de 61 anos, ex-vereador e ex-diretor do Departamento de Água e Esgoto da cidade. Recentemente, Ortigosa havia se mudado para Itumbiara, na divisa de Goiás com Minas Gerais, onde trabalhava como motorista de aplicativo pela empresa Trip.
O crime ocorreu após ele ser atraído para uma corrida que deveria levar passageiros a Araporã, no Triângulo Mineiro. A viagem, contudo, não se completou. O corpo de Ideraldo foi encontrado por populares em uma área baldia na estrada de Furnas na madrugada de segunda-feira, 24 de novembro, perto do carro com o qual trabalhava. Peritos criminais apontaram que ele foi ferido na cabeça com um único disparo, e o crime foi classificado como latrocínio (roubo seguido de morte).
Figura pública conhecida em Igaraçu do Tietê, a morte brutal de Ideraldo causou grande comoção entre amigos e autoridades. A Câmara Municipal publicou uma nota de pesar, enaltecendo os serviços prestados por ele e se solidarizando com a família.
As investigações da polícia mineira levaram à detenção de cinco homens e à apreensão de três adolescentes suspeitos de envolvimento. Um deles confessou a participação e revelou que o homicídio foi planejado por integrantes de uma facção criminosa, que os recrutaram para executar a ação. Durante a operação, a polícia apreendeu uma moto, um revólver com a numeração suprimida e telefones celulares.
Os três adolescentes apreendidos também confessaram participação em outro crime idêntico, quando outro motorista da mesma plataforma de aplicativo foi assassinado no mesmo dia, 24 de novembro. Segundo a plataforma, o grupo criminoso utilizava perfis falsos para atrair os motoristas para as emboscadas.


