O prefeito Fábio Leite detalhou os planos para mudar a rodoviária de Botucatu para perto das rodovias. Se a mudança acontecer, o espaço atual no centro pode virar um terminal para ônibus da cidade ou um “parque alagável” para ajudar a evitar enchentes na região.
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Estudo vai decidir se mudança é viável e o que será feito no centro
A Prefeitura de Botucatu deu mais detalhes sobre o plano de transferir a Rodoviária Municipal para um local estratégico, possivelmente perto do entroncamento das rodovias Castelinho e Marechal Rondon. O objetivo principal é facilitar a vida dos viajantes, atraindo empresas de ônibus que hoje não entram no centro da cidade por causa do tamanho dos veículos e do trânsito.
Mas a grande novidade é o que pode acontecer com o prédio atual da rodoviária caso ela mude de endereço. O prefeito Fábio Leite explicou que uma das ideias é criar um “parque alagável”. Como aquela área recebe muita água da chuva, o local funcionaria como um “pulmão”: em dias de muita chuva, ele seguraria a água para evitar enchentes em outros pontos; em dias secos, seria um parque comum para a população usar. Outras opções são transformar o local em um terminal apenas para os ônibus que circulam dentro de Botucatu ou usar o prédio para serviços da prefeitura.
Tudo depende de estudos
Apesar dos planos, o prefeito ressaltou que nada está decidido ainda. Em fevereiro, será lançado um edital para que empresas apresentem estudos técnicos. “A primeira pergunta é se existe um local melhor. A segunda é se a conta fecha e se a lei permite”, afirmou Fábio Leite. Se os estudos mostrarem que a mudança não vale a pena financeiramente ou não é boa para a cidade, a prefeitura pode desistir da ideia e manter a rodoviária onde está.
Caso o projeto avance, a prefeitura garante que a nova rodoviária terá fácil acesso para quem usa ônibus circular, Uber ou outros aplicativos, garantindo que ninguém fique “isolado” com a mudança para a beira da estrada.


