São Manuel: Após 07 anos aterro sanitário terá licença de operação liberada

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A Secretaria Estadual de Infraestrutura e Meio Ambiente informou em reunião realizada no último dia 16 de agosto que a Cetesb irá liberar a licença de operação do aterro sanitário que o Município não possui desde o ano de 2012 e consequentemente, poderá construir a quinta célula com recursos já reservados pela Fehidro, da ordem de R$ 500.000,00, que deve ser liberado até o dia 30 de agosto.

A conquista da licença para operação do aterro somente foi possível graças ao trabalho desenvolvido pelo diretor do Meio Ambiente, Junior Cella, que embasado em critérios técnicos apresentou um projeto que acabou sendo aprovado pela Cetesb.

Com a construção da quinta célula o aterro sanitário poderá voltar a ter uma operação normal para o recebimento e cobertura do lixo úmido do Município; algo em torno de 30 toneladas por dia. Paralelamente a Administração Municipal através do Consórcio Intermunicipal dos Vales Tietê-Paraná (CITP) trabalha em conjunto com outras 17 cidades para a construção de duas usinas regionais de resíduos sólidos (Bio Usinas) que irão transformar o lixo urbano em energia elétrica. As Usinas deverão ser construídas nas cidades de São Manuel e Mineiros do Tietê, pela iniciativa privada.

Recentemente os prefeito integrantes do consórcio, José Carlos Vendramini (Mineiros s do Tietê), Antonio Álvaro de Souza (Itapuí) e Ricardo Salaro (São Manuel), estiveram reunidos com o conselheiro Dimas Ramalho, do Tribunal de Contas do Estado, tratando da forma legal para ter como parceira uma empresa da iniciativa privada que será a responsável pela construção das duas usinas.

O problema do destino final do lixo é preocupante e os Municípios tem encontrado enormes dificuldades para conseguir um local adequado para descartá-lo e que tenha a licença da Cetesb. Com a construção da quinta célula autorizada pela Cetesb no aterro sanitário, o Município irá regularizar a situação do aterro, de acordo com o projeto apresentado à Cetesb, enquanto aguarda o desfecho das orientações do Tribunal de Contas para que possa ser finalizada com a iniciativa privada a construção das duas usinas para resolver definitivamente o problema do destino e tratamento adequado ao lixo, que é consumido pela população das cidades envolvidas no projeto.

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